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A telemedicina no cuidado ao paciente com diabetes

A telemedicina é um serviço de saúde a distância que tem conquistado cada vez mais espaço. Saiba como ela contribui para o diagnóstico e acompanhamento do diabetes.
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Os avanços tecnológicos têm provocado inúmeras mudanças em diversos segmentos, mas, sobretudo, têm influenciado as mais importantes áreas do conhecimento — como a medicina. Nesse contexto, muitos processos inovadores têm sido criados para um desempenho mais eficiente dessa ciência. Entre eles podemos destacar a relação da telemedicina e diabetes.

A telemedicina é um serviço de saúde a distância que tem conquistado cada vez mais espaço no Brasil e no mundo. Não é à toa que a ferramenta tem se tornado indispensável na rotina de médicos, profissionais da saúde, clínicas e hospitais. Em momentos de pandemia, ela foi ainda mais essencial para o atendimento e o acompanhamento de pacientes.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue a leitura e descubra como a telemedicina tem contribuído no cuidado ao paciente com diabetes.

O que é a telemedicina?

A telemedicina pode ser definida como um recurso tecnológico e de comunicação idealizado com o propósito de aperfeiçoar o atendimento médico e a saúde do paciente, afinal, ela possibilita que os profissionais da área troquem informações, pareceres e opiniões a distância.

A modalidade é utilizada para transferir laudos, diagnósticos e exames de maneira digital, além de viabilizar o recebimento dessas análises em estabelecimentos do setor da saúde que não contam com especialistas em determinada área médica.

Com a ferramenta, os serviços clínicos podem ser levados a qualquer lugar do país, ampliando o acesso ao atendimento, ultrapassando as barreiras de hospitais, clínicas e consultórios e, ainda, possibilitando que os médicos tomem decisões e assumam condutas de maneira rápida e objetiva.

Em geral, esse gerenciamento de dados ocorre por meio de um computador com acesso à Internet, porém, também é possível ser realizado por meio de smartphones, tablets e demais dispositivos tecnológicos. No caso da telemedicina e a diabetes, a ferramenta chega com inúmeras vantagens, como o acompanhamento do paciente. Veja mais a seguir.

Vantagens da telemedicina para o paciente com diabetes

A telemedicina é, em primeiro lugar, uma oferta de assistência médica precisa, globalizada e acessível, isto é, que dispensa a necessidade de locomoção e contribui com o acesso à saúde – um direito básico universal. A tecnologia aplicada aos serviços aponta para uma otimização da assistência primária e para a melhoria dos processos atuais, minimizando os riscos e reduzindo os custos.

Confira com mais detalhes as vantagens da telemedicina para pacientes com diabetes.

Acompanhamento do paciente

Ainda que seja algo essencial para o controle de nosso bem-estar, a ida a um consultório médico pode incomodar muitas pessoas, pois o deslocamento ao local e os longos períodos de espera para receber atendimento não são muito atrativos. Além disso, muitas vezes, essa locomoção não pode ser tão simples devido a questões geográficas – o que compromete o tratamento e o acompanhamento da doença nos pacientes diabéticos.

Dessa forma, ser atendido no conforto de sua casa se torna a coisa mais prática e eficiente possível, pois, além de evitar os transtornos da viagem, é benéfico para aqueles que têm medo ou sentem tensão dentro de um ambiente hospitalar. 

Democratização do acesso à saúde

A telemedicina é uma ferramenta que pode aproximar médicos especialistas de grandes centros, erradicando os erros de diagnóstico que podem custar a vida de um paciente.

Quando existe a cooperação entre tecnologia e médicos, é possível delegar o trabalho que exige precisão técnica para que os médicos tenham mais tempo de construir uma relação próxima com o paciente.

Ou seja, diferente do que muitos ainda acreditam, a medicina torna-se cada vez mais humana através da tecnologia, possibilitando que pacientes de regiões remotas possam ter toda a qualidade no direito universal de acesso à saúde.

Ampliação do diagnóstico de complicações

Com a telemedicina e o acompanhamento frequente do paciente com diabetes, fica muito mais fácil diagnosticar complicações e evitar complicações. Isso porque o diabetes pode desencadear alguns problemas em diversos órgãos do corpo, entre eles os olhos. A retinopatia diabética é um problema ocular que pode, inclusive, levar à cegueira quando não diagnosticada precocemente. Veja mais abaixo.

Retinopatia diabética

A retinopatia diabética é uma importante complicação ocular do diabetes. Assim como as complicações que pode causar nos rins, no coração e no cérebro, a retinopatia é uma alteração microvascular que está ligada ao pior controle e maior tempo da doença. Aliás, é muito específica e identificada ao realizar o exame de fundo de olho. 

A mudança do modelo tradicional de rastreamento da retinopatia diabética para um programa baseado na telemedicina tem potencial para evitar que o paciente se exponha ao risco de contaminação pelo novo coronavírus.

Assim, ao optar pelo diagnóstico e tratamento oferecido pela telemedicina, o paciente monitora e trata possíveis retinopatias diabéticas e ajuda no esforço para o combate à epidemia da Covid-19 mantendo o isolamento social.

A telemedicina permite que os clínicos gerais desempenhem um papel fundamental na prevenção de retinopatias diabéticas.

Usando um retinógrafo, que pode ser portátil e acoplado a um smartphone pelo clínico geral, são captadas fotografias em alta resolução da retina. É como fazer um exame de mapeamento de retina. As imagens são enviadas, geralmente armazenadas na nuvem, a um médico oftalmologista, que elabora o diagnóstico e, se for o caso, o tratamento necessário, e encaminha de volta para o clínico geral.

Diabetes no Brasil e no mundo

O Brasil é o 5º país em termos de incidência de diabetes no mundo, com 16,8 milhões de doentes adultos (20 a 79 anos), perdendo apenas para China, Índia, Estados Unidos e Paquistão. A estimativa da incidência da doença em 2030 chega a 21,5 milhões. Esses dados estão no Atlas do Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF).

Mundialmente, o diabetes se tornou um sério problema de saúde pública, cujas previsões vêm sendo superadas a cada nova triagem. Por exemplo, em 2000, a estimativa global de adultos vivendo com diabetes era de 151 milhões. Em 2009, havia crescido 88%, para 285 milhões. Em 2020, calcula-se que 9,3% dos adultos, entre 20 e 79 anos (assombrosos 463 milhões de pessoas) vivem com diabetes. Além disso, 1,1 milhão de crianças e adolescentes com menos de 20 anos apresentam diabetes tipo 1.

Há uma década, a projeção global do IDF para diabetes em 2025 era de 438 milhões. Com mais cinco anos pela frente, essa previsão já foi ajustada para 463 milhões.

A crescente prevalência de diabetes em todo o mundo é impulsionada por uma interação de fatores socioeconômicos, demográficos, ambientais e genéticos. O aumento contínuo se deve, em grande parte, ao aumento do diabetes tipo 2 e dos fatores de risco relacionados, que incluem níveis crescentes de obesidade, dietas não saudáveis ​​e falta de atividade física. No entanto, os níveis de diabetes tipo 1, com início na infância, também estão aumentando.

Esses dados mostram a importância do acompanhamento frequente do estado do paciente, do acesso à saúde e do diagnóstico precoce.

Importância do diagnóstico precoce

O tratamento do diabetes tipo 2 é feito com medicamentos orais e, quando necessário, combinado com insulina. Além disso, é fundamental a mudança no estilo de vida, que inclui prática de exercícios físicos regularmente e dieta balanceada. É necessário, por exemplo, eliminar o açúcar e substituí-lo por adoçantes artificiais, além de moderar no consumo de carboidratos e de gordura saturada. 

Aproximadamente 80% dos casos de diabetes são resolvidos na atenção básica, que também disponibiliza medicamentos para o seu tratamento, como a insulina e os comprimidos hipoglicemiantes. Hoje, a maioria das unidades municipais de saúde já conta com aparelhos de monitorização glicêmica (glicosímetros) para o autocontrole da doença, o que é fundamental no tratamento.

Testes Laboratoriais Remotos

Também conhecidos por TLRs, os Testes Laboratoriais Remotos são ferramentas que tornam possível a realização de exames em qualquer local, e não necessariamente dentro das dependências de um laboratório de análises clínicas convencionais. Com isso, ele ajuda na ampliação do acesso à saúde, principalmente em regiões que não contam com laboratórios, como áreas periféricas de algumas cidades e aldeias indígenas. No caso da diabetes, com uma única gota de sangue é possível detectar a doença e partir para o tratamento adequado, evitando complicações da doença. 

Existe ainda, um serviço de Testes Laboratoriais Remotos que além de oferecer ao paciente resultados em poucos minutos com uma pequena gota de sangue da ponta do dedo, oferece um laudo assinado por profissionais de saúde do laboratório Hilab e que passa por um processo de dupla verificação.  Veja a seguir: 

1. Para realizar o exame, o profissional deve realizar apenas um pequeno furo (com uma lanceta) em um dos dedos do paciente. Ou então coletar uma amostra com um swab flocked nasofaríngeo, dependendo do exame.

2. Após a coleta, a amostra é inserida na cápsula e, então, inserida no dispositivo (leitor). O dispositivo funciona com um sensor em seu interior que possui duas funções: identificar qual é o tipo de exame que será realizado e fazer a digitalização e leitura da amostra de sangue. Esse dispositivo realiza a identificação das cápsulas e a digitalização da amostra.

3. Após a digitalização da amostra, o exame é avaliado por profissionais da saúde do laboratório de análises clínicas Hilab, que emitem o laudo. O resultado também é avaliado por uma Inteligência Artificial própria, a C4i0, que avalia todos os resultados gerados pelos profissionais do laboratório. Esse laudo é, então, enviado (usando a internet) para o local onde o exame foi realizado e também para o celular do paciente (via e-mail e SMS).

Além do compromisso com a saúde da população, o Teste Laboratorial Remoto pode auxiliar na rotina dos estabelecimentos de saúde, como consultórios, hospitais, farmácias, clínicas e empresas de saúde ocupacional. Algumas companhias de outros setores também podem se beneficiar com o TLR, uma vez que oferecem aos seus colaboradores uma alternativa a mais no cuidado com a sua saúde. 

Sobre a Hilab

O serviço conta com a inteligência artificial, IoT e profissionais de saúde para analisar o resultado e emitir um laudo preciso em apenas 15 minutos. 

Nas farmácias, clínicas, empresas ou laboratórios, o  profissional da saúde do próprio estabelecimento realiza a coleta de sangue no dedo do paciente e oferece todas as orientações necessárias. 

As orientações acerca do significado dos resultados bem como informações relacionadas às indicações dos testes são abordadas durante o treinamento realizado pela equipe do Hilab. 

A qualidade dos exames é garantida pelos controles de qualidade interno e externo, conforme prevê a resolução 302/2005 da Anvisa. O Hilab é certificado pela ISO 9001-2015, que assegura a qualidade dos processos internos, a estabilidade e a segurança nos resultados. Nosso desempenho é periodicamente avaliado, garantindo a qualidade do nosso serviço. 

Comece agora mesmo a difundir a importância da relação entre telemedicina e diabetes e contribua com o tratamento precoce da doença. Clique aqui e veja como contratar nossos serviços em sua clínica, empresa, farmácia, laboratório ou hospital.

 

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