Avalie o hormônio estimulante da tireoide com o exame de TSH


Conheça o exame Point-of-Care ideal para avaliação de hipotireoidismo primário, com resultado em 20 minutos.

O impacto do hipotireoidismo na saúde

O hipotireoidismo, uma das doenças endócrinas mais comuns, é causado pela produção insuficiente dos hormônios T3 e T4 pela glândula tireoide e que resultam em um aumento do hormônio estimulante da tireoide produzido na glândula hipófise.

Essa desregulação pode impactar gravemente o funcionamento do corpo todo, incluindo coração, cérebro, fígado e rins, e por isso pede acompanhamento médico e tratamento diário.

  • 1 em cada 10 brasileiros tem hipotireoidismo
  • 10% das mulheres acima de 40 anos apresenta disfunção na tireoide
  • 25% das pessoas não realizam o tratamento de maneira adequada
Exame TSH

Como funciona o exame da Hilab?

O exame de TSH Hilab é um Point-of-Care Testing para determinação semi-quantitativa do hormônio estimulante da tireoide, em amostras de sangue obtidas por punção digital, um método rápido e indolor.

A reação da amostra é digitalizada e verificada por nossa inteligência artificial, antes de ser analisado por um profissional de saúde. O resultado é enviado por e-mail e SMS.*

*Verificar disponibilidade em farmácias e consultórios isolados.

Quem deve realizar o exame de TSH?

  • Pessoas com suspeita de hipotireoidismo (presença de bócio, desânimo, desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, sonolência excessiva, dores musculares, colesterol alto, queda de cabelo, pele seca, entre outros)
  • Mulheres acima de 35 anos;
  • Pessoas com diabetes mellitus;
  • História familiar de doença a tireoide;
  • Excesso na produção do hormônio prolactina;
  • Pessoas com níveis de colesterol alterados.

Quem não deve realizar esse exame?

Gestantes, menores de 1 ano, pessoas com hipotireoidismo secundário e pessoas que querem monitorar o tratamento do hipotireoidismo.

Exame Beta hCG



Informações Técnicas

Analito detectado: Hormônio Estimulante da Tireoide (TSH)
Método: Imunocromatografia.
Tipo de Amostra: Sangue total.
Tempo total até a liberação do laudo: 20 minutos
Faixa de detecção: 4,5 μUI/mL até 10 μUI/mL
Especificidade: >94,4%
Sensibilidade: >96,4%
Reg. Anvisa: 80583710014

Orientações para antes de fazer o exame

  • Para realizar o exame é necessário levar um documento oficial com foto
  • Não é necessário jejum
  • Alguns medicamentos como lítio, amiodarona e interferon alfa alteram a função da tireóide. O responsável pelo exame deve ser informado caso haja uso de algum desses medicamentos antes de realizá-lo

Como interpretar o resultado do exame de TSH?

Você receberá o laudo digital assinado do exame por e-mail e SMS, informando a concentração de TSH

Não alterado

< 4,5 μUI/mL:

Indica que a quantidade de TSH na amostra de sangue está dentro da normalidade e há baixa probabilidade de hipotireoidismo primário. Um médico deve avaliar o resultado e pedir exames complementares se a suspeita persistir.

Chance de alteração

4,5 a 10 μUI/mL:

Indica que a quantidade de TSH está alterada e há chance de hipotireoidismo primário. Este é um exame de triagem, por isso um médico deve avaliar o resultado para exames complementares.

Alterado

> 10 μUI/mL:

Indica que a quantidade de TSH está alterada e indica provável hipotireoidismo primário. Este é um exame de triagem, por isso um médico deve avaliar o resultado para exames complementares.

Atenção: este exame não substitui um diagnóstico médico e o laudo deve ser levado para avaliação. Outras situações clínicas (doenças e medicações) também podem causar elevação dos níveis de TSH. O aumento do TSH não é patognomônico do hipotireoidismo primário.

Perguntas frequentes sobre TSH e disfunções da tireoide

O hormônio estimulador da tireoide (TSH) é produzido pela glândula hipófise anterior localizada no cérebro, que ativa as células produtoras de tiroxina (T4) da tireoide. A tireoide é uma glândula que se localiza no pescoço envolvendo a porção frontal da traquéia. Ela regula a função de órgãos importantes como o coração, o cérebro, o fígado e os rins.

A tiroxina é produzida e estocada em estruturas arredondadas denominadas folículos. Esses folículos produzem tanto a tiroxina, denominada T4, quanto uma versão da tiroxina chamada T3.

A tiroxina é muito importante para o metabolismo celular e eleva a taxa metabólica da maior parte das células e tecidos. Esse hormônio é crucial durante o desenvolvimento e crescimento.

Quando há disfunção da glândula tireoide, essa glândula cresce, causando uma saliência na frente e no lado do pescoço. O bócio ocorre tanto pelo excesso de tiroxina (hipertireoidismo) quanto pela deficiência de tiroxina (hipotireoidismo). O bócio presente em situações de hipotireoidismo ocorre quando não existe tiroxina circulante suficiente para inibir a produção de TSH. No caso do hipertireoidismo, o bócio resulta de uma falha na inibição das células foliculares mesmo quando os níveis de tiroxina no sangue estão altos.

O hipotireoidismo é uma doença causada pela produção insuficiente dos hormônios T3 e T4 pela glândula tireoide e consequente aumento da produção do hormônio estimulante da tireoide pela glândula hipófise. É a disfunção mais comum da tireoide e afeta principalmente mulheres, mas qualquer pessoa pode ser afetada.

Se não tratado diariamente com a ingestão levotiroxina, pode levar a complicações físicas e mentais e problemas cardíacos por conta do aumento de colesterol decorrente.

Na maioria das vezes, em adultos, o hipotireoidismo é causado por uma inflamação chamada Tireoidite de Hashimoto ou pela falta ou excesso de iodo na dieta.

Algumas crianças podem nascer com hipotireoidismo congênito porque não possuem tireóide ou porque ela não funciona bem. O Teste do Pezinho, realizado em recém-nascidos gratuitamente pelo SUS, é capaz de diagnosticá-lo.

  • Depressão;
  • Desânimo;
  • Desaceleração dos batimentos cardíacos;
  • Intestino preso;
  • Menstruação irregular;
  • Falhas de memória;
  • Cansaço excessivo;
  • Dores musculares;
  • Pele seca;
  • Queda de cabelo;
  • Ganho de peso;
  • Aumento de colesterol no sangue;
  • Presença do bócio.

Menos comum que o hipotireoidismo, o hipertireoidismo se caracteriza pela produção excessiva dos hormônios T3 e T4, e consequente redução da produção de TSH.

A causa mais comum é a doença de Graves, na qual o sistema imune desenvolve anticorpos que atacam a própria glândula tireóide. Além disso, a ingestão excessiva de iodo, nódulos na glândula, um funcionamento acelerado da tireóide e a ingestão de levotiroxina influenciam o surgimento da disfunção.

Referências bibliográficas

INSTITUTO MINDS4HEALTH. Hipotireoidismo em foco. São Paulo, 2019. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hipertireoidismo. Biblioteca Virtual em Saúde. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/dicas-em-saude/2196-hipertireoidismo. Acesso em: 27 de maio de 2021.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hipotireoidismo. Biblioteca Virtual em Saúde. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/dicas-em-saude/2197-hipotireoidismo. Acesso em: 27 de maio de 2021.

SADAVA, D.; HELLER, H. G.; ORIANS, G. H.; PURVES, W. K.; PURVES, W. K.; HILLIS, D. M. Vida – A Ciência da Biologia. Volume III: Plantas e Animais. 8ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENDOCRINOLOGIA. Hipertireoidismo e Hipotireoidismo. Disponível em: https://www.endocrino.org.br/hipertireoidismo-e-hipotireoidismo/. Acesso em: 27 de maio de 2021.