Somos orientados por dados epidemiológicos

Nosso serviço laboratorial inclui uma plataforma de dados em tempo real que centraliza informações epidemiológicas para decisões inteligentes sobre o nosso propósito e o de nossos clientes.

Conheça o panorama das principais doenças que podemos rastrear e acompanhe nossos informes epidemiológicos semanais de COVID-19.

Por que tomar decisões baseadas em dados epidemiológicos?

Nossos especialistas em epidemiologia

Bernardo Montesanti Machado de AlmeidaDiretor médico na Hilab

Bernardo Montesanti
Machado de Almeida
Diretor Médico na Hilab

Médico infectologista pela UFPR, especialista em Vigilância Epidemiológica e Saúde Pública.

Carolina Queiroz CardosoEpidemiologista e Analista de Dados na Hilab

Carolina Queiroz Cardoso
Epidemiologista e Analista
de Dados na Hilab
Bacharel em Biologia e Psicologia pela Universidade George Washington e Mestre em Saúde Pública pela Universidade de Columbia com foco em Epidemiologia e Bioestatística.

Claucio Antonio Rank FilhoAnalista de Dados na Hilab

Claucio Antonio Rank Filho
Epidemiologista e Analista
de Dados na Hilab
Bacharel em Fisioterapia pela UFPR e Mestre em Fisiologia pela UFPR.

Jonas Eduardo Monteiro dos SantosEpidemiologista e Analista de Dados na Hilab

Jonas Eduardo Monteiro dos Santos
Epidemiologista e Analista
de Dados na Hilab
Nutricionista pela UFPR e UCP-Porto. Mestre em Oncologia pelo INCa e doutorando em Ciências da Saúde com ênfase em Epidemiologia em Saúde Pública, pela Escola Nacional de Saúde Pública da FIOCRUZ.

COVID-19 no mundo, no Brasil e na Hilab

A COVID-19 é uma febre viral trombótica causada pelo vírus SARS-CoV-2 que está provocando a atual pandemia de proporções globais. O rastreamento epidemiológico dos casos por meio da testagem em massa vem sendo uma das principais fontes de dados para tomada de decisões e o interrompimento da cadeia de contágio do coronavírus.
No mundo

Em 2020 foram:
82.637.639
casos confirmados

1.813.195
mortes

Até o dia 17 de outubro de 2021
239.997.398
casos confirmados

4.886.782
mortes

Os países mais afetados são os Estados Unidos, a Índia e o Brasil.

No Brasil
Até o dia 17 de outubro de 2021

21.644.464 casos
confirmados e 603.282
mortes.

Estados com mais vacinados completos**:
61,1% São Paulo
53,8% Mato Grosso do Sul
53% Rio Grande do Sul
46,65% Brasil

**14 dias após segunda dose ou dose única
Na Hilab

Até o dia 17 de outubro de 2021 realizamos 14.954 exames com os colaboradores da Hilab, com positividade de 1,18%.

Realizando testagens frequentes em todos os colaboradores, a cada
1 caso sintomático detectado, encontramos 2 casos assintomáticos.

Quer conhecer o estudo completo da Hilab que diminuiu em 61% os casos de COVID-19 na empresa?

Conhecer estudo >33

Informe epidemiológico diário de COVID-19

Acompanhe o cenário epidemiológico diário da COVID-19 com o nosso informe interativo e tenha acesso aos dados mais recentes da doença.

Plataforma Tainá
co-desenvolvida com o Instituto Butantan

Cocriamos com o Instituto Butantan uma plataforma de processamento de exames de COVID-19 e monitoramento de resultados em tempo real. A plataforma exclusiva, chamada Tainá, centraliza e valida todos os dados epidemiológicos do Butantan, não só os exames da Hilab.

A plataforma Tainá já ajudou a armazenar dados de exames Hilab realizados em mais de 150 municípios do estado de São Paulo, e participamos do Projeto S, o estudo clínico inédito na cidade de Serrana (SP) para avaliação do impacto da CoronaVac na transmissão do coronavírus, resultando em uma diminuição de 80% dos casos de COVID-19.

Outras doenças que pedem atenção

Nosso portfólio de exames possibilita o rastreamento de diferentes doenças em nossa plataforma de dados. Queremos levar nossos testes laboratoriais remotos para cada vez mais lugares para que doenças negligenciadas e subnotificadas possam ser prevenidas e remediadas.

O cenário da dengue como doença tropical negligenciada

A dengue é uma febre hemorrágica causada por um arbovírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, endêmica em regiões tropicais, em especial nos períodos de chuva, onde acontece maior proliferação do mosquito vetor.

No mundo

A incidência real de dengue é incerta, pois os casos são subnotificados no mundo todo. Estima-se que 390 milhões de pessoas sejam infectadas por dengue todo ano e 96 milhões tenham manifestações clínicas de qualquer gravidade.

3,9 bilhões de pessoas em 128 países estão em risco de infecção pelo vírus da dengue. As regiões das Américas, Sudeste da Ásia e Pacífico Ocidental são as mais gravemente afetadas. Entre outros motivos para a maior incidência nessas regiões, está o clima propício à proliferação do mosquito vetor e condições sanitárias precárias, características de países em desenvolvimento.

No Brasil

Em 2020, foram notificados 987.173 casos prováveis de dengue no país, com incidência de 469,8 casos por 100 mil habitantes.

As regiões com maior incidência de dengue em 2020 foram:
Centro-Oeste 1.212,1*
Sul 940,0*
Sudeste 379,4*

89,8% dos casos ocorreram no primeiro semestre do ano, período com maior índice pluviométrico.

*mortes/100 mil hab.

Como a Hilab pode ajudar?

Realizamos exames laboratoriais de Dengue Antígeno NS1 e Dengue IgM e IgG para detecção da doença em diferentes estágios da infecção, possibilitando o acompanhamento médico e a incidência de casos.

Um panorama do HIV, causador da AIDS

O HIV é o retrovírus causador da AIDS, que afeta o sistema imunológico e dificulta o combate à infecções pelo organismo. A AIDS é uma infecção sexualmente transmissível, mas a transmissão também pode ocorrer por transfusão de sangue ou outros fluidos corporais.

No mundo

Em 2019, o número estimado de pessoas vivendo com HIV era de 38 milhões, 1,7 milhões pessoas foram infectadas durante o ano e 690 mil morreram em decorrência de complicações do HIV.
68% dos adultos vivendo com a doença receberam terapia antirretroviral (ART) em 2019. Os continentes mais afetados são África, América do Sul e Ásia.

No Brasil

Em 2019, foram registrados 41.919 casos de HIV notificados no país. A infecção foi 2,6 vezes mais incidente em homens. Entre os homens, os grupos mais afetados são pessoas entre 25 a 29 anos e homossexuais.

As capitais com maior incidência de HIV:
Porto Alegre
Belém
Manaus

ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Dengue. Disponível em: https://www.paho.org/pt/topicos/dengue. Acesso em: 14 de junho de 2021.

SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE. Boletim epidemiológico 03 v. 52. Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/media/pdf/2021/fevereiro/01/boletim_epidemiologico_svs_3.pdf. Acesso em: 14 de junho de 2021.

SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE. Boletim epidemiológico especial 66: Doença pelo Coronavírus COVID-19. Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/media/pdf/2021/junho/11/boletim_epidemiologico_covid_66-final_-11-junho.pdf. Acesso em: 14 de junho de 2021.

SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE. Boletim epidemiológico HIV/Aids 2020. Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/media/pdf/2020/dezembro/01/boletim-hiv_aids-2020-internet.pdf. Acesso em: 14 de junho de 2021.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. HIV data and statistics. Disponível em: https://www.who.int/teams/global-hiv-hepatitis-and-stis-programmes/hiv/strategic-information/hiv-data-and-statistics. Acesso em: 14 de junho de 2021.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO Coronavirus (COVID-19) Dashboard. Disponível em: https://covid19.who.int/. Acesso em: 14 de junho de 2021.