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Lista de Exames

Doenças Infecto-contagiosas

HCV

Hepatite é um termo que significa inflamação no fígado. A hepatite C é causada pelo vírus C (HCV), já tendo sido chamada de “hepatite não A não B”. Por ser assintomática, muitos desconhecem ter a doença. A infecção apresenta período médio de incubação de seis a oito semanas, sendo que 70% a 80% dos casos evoluem de forma assintomática e anictérica. As principais causas de transmissão são:

• Transfusão de sangue;
• Compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, entre outros), higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou para confecção de tatuagem e colocação de piercings;
• Da mãe infectada para o filho durante a gravidez (mais rara);
• Sexo sem camisinha com uma pessoa infectada (mais rara).

O teste Imunológico anti-HCV Hilab é um teste de triagem, não sendo a metodologia definitiva para análise.

HIV

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana, causador da AIDS, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz copias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter AIDS. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e amamentação. Por isso é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

O HIV é um retrovírus, classificado na sub-familia dos lentiviridae. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.

Sífilis

A sífilis é uma doença infecto-contagiosa, transmitida principalmente por via sexual. Seu agente etiológico é o Treponema pallidum que apesar de descrito a mais de 100 anos e sendo tratado desde 1943 pela penicilina, sua droga mais eficaz, continua como um problema de saúde importante em países desenvolvidos ou subdesenvolvidos.

A sífilis também pode ser transmitida verticalmente pela placenta da mãe para o feto. Outras formas de transmissão mais raras são por via indireta (objetos contaminados, tatuagem) e por transfusão sanguínea.

HBsAg

A hepatite B é uma doença transmitida pelo vírus HBV, que tem preferência por hepatócitos (células do fígado). O vírus pode agredir as células do fígado diretamente ou então pelas células do sistema de defesa, que ao combaterem a infecção acabam causando um processo inflamatório crônico. Este vírus pode sobeviver ativo em ambiente externo por vários dias.

Segundo a Organização Mundial da saúde (OMS), aproximadamente 350 milhões de pessoas estão infectados de forma crônica pela hepatite B, número duas vezes maior que os infectados pela hepatite C. Também 10 vezes superior aos infectados pelo HIV/AIDS.

Um adulto infectado pelo vírus da hepatite B tem 95% de chances de curar-se espontaneamente, e ele ficará imune a ela. A maioria das infecções quando curada, tem atuação de vacina. Contudo, em crianças os riscos para desenvolver-se para crônica são maiores.

A transmissão do vírus pode ocorrer por:
Relações sexuais desprotegidas, sendo esta a via predominante.
Via parenteral (compartilhamento de agulhas, seringas, material de manicure e pedicure, lâminas de barbear e depilar, tatuagens, piercings, procedimentos odontológicos ou cirúrgicos que não atendam às normas de biossegurança, entre outros);
Infecção pelo contato do vírus com feridas abertas (pele e mucosas);
A transmissão vertical (materno-infantil) também é importante e ocasiona uma evolução desfavorável, com maior chance de cronificação. Essa forma de transmissão é prevenível com medidas implementadas após o nascimento da criança de mães com hepatite.

No teste imunológico HbsAg Hilab, com apenas uma gota de sangue vamos detectar a presença do antígeno austrália, um componente do vírus. Apesar da alta sensibilidade do nosso teste, exames reagentes devem ser confirmados com outras metodologias.

Anti-HBsAg

A hepatite B é uma doença transmitida pelo vírus HBV, que tem preferência por hepatócitos (células do fígado). O vírus pode agredir as células do fígado diretamente ou então pelas células do sistema de defesa, que ao combaterem a infecção acabam causando um processo inflamatório crônico. Este vírus pode sobeviver ativo em ambiente externo por vários dias.

Segundo a Organização Mundial da saúde (OMS), aproximadamente 350 milhões de pessoas estão infectados de forma crônica pela hepatite B, número duas vezes maior que os infectados pela hepatite C. Também 10 vezes superior aos infectados pelo HIV/AIDS. Por isso a vacina é extremamente importante para a diminuição desse números.

A vacina é uma importante ferramenta para a prevenção de hepatite B. Atualmente é obrigatório recém nascidos tomarem a vacina entre 12 a 24 horas após o nascimento para evitar a hepatite crônica. Em adultos a vacina é necessária para trabalhadores de indústrias, na área de saúde e segurança, sendo que somente com as 3 doses que a pessoa está completamente imunizada.

Um adulto infectado pelo vírus da hepatite B tem 95% de chances de curar-se espontaneamente, e ele ficará imune a ela. A maioria das infecções quando curada, tem atuação de vacina. Contudo, em crianças os riscos para desenvolver-se para crônica são maiores.

A transmissão do vírus pode ocorrer por:
Relações sexuais desprotegidas, sendo esta a via predominante.
Via parenteral (compartilhamento de agulhas, seringas, material de manicure e pedicure, lâminas de barbear e depilar, tatuagens, piercings, procedimentos odontológicos ou cirúrgicos que não atendam às normas de biossegurança, entre outros);
Infecção pelo contato do vírus com feridas abertas (pele e mucosas);
A transmissão vertical (materno-infantil) também é importante e ocasiona uma evolução desfavorável, com maior chance de cronificação. Essa forma de transmissão é prevenível com medidas implementadas após o nascimento da criança de mães com hepatite.

No teste imunológico Anti-Hbs Hilab, com apenas uma gota de sangue vamos detectar a presença do anticorpo de imunidade para a hepatite b.

Rubéola

A rubéola é uma doença infecto-contagiosa que afeta principalmente crianças entre cinco e nove
anos de idade. Sua transmissão ocorre de uma pessoa para outra, geralmente pela emissão de gotículas das
secreções respiratórias dos doentes. Apesar de não ser uma doença grave, a rubéola é particularmente
perigosa na forma congênita, podendo deixar sequelas irreversíveis no feto, como glaucoma, catarata, mal
formação cardíaca, retardo no crescimento, surdez, entre outros.
O período de incubação do vírus é em torno de 15 dias, e suas manifestações clínicas se
assemelham às da gripe: dor de cabeça, dor ao engolir, dores no corpo, coriza, aparecimento de gânglios,
febre, e manchas avermelhadas (inicialmente no rosto e depois se espalham pelo corpo). A imunidade é
adquirira por infecção natural ou através de vacinação.

Influenzae

A infecção pelo vírus Influenzae, mais conhecida como gripe, é uma doença contagiosa facilmente
transmitida através da tosse, fala e espirros de gotículas aerossolizadas contendo vírus vivo. Os surtos de
influenza ocorrem todos os anos durante os meses de outono e inverno. Os vírus de tipo A são
tipicamente mais prevalentes do que os vírus do tipo B e estão associados a epidemias de gripe mais
graves, enquanto as infecções pelo tipo B têm sintomas mais leves.
Os sintomas mais comuns são calafrios, mal-estar, dor de cabeça, dor nos músculos, dor de garganta,
tosse seca, nariz escorrendo. Também podem estar presentes sintomas como diarreia,vômito, fadiga,
rouquidão e olhos vermelhos. A evolução da doença é a febre alta constante até o terceiro dia, do quarto
ao sexto dia já ameniza. Tosse seca e cansaço podem prevalecer por mais algumas semanas sem que isso
configure qualquer complicação.
Complicações mais graves podem acontecer se a doença não for tratada como pneumonia bacteriana e por
outros vírus, sinusite, otite, piora de doenças como asma ou diabetes.
A transmissão pode ser evitada através da higiene constante das mãos, evitar tocar nariz e boca em
lugares públicos, evitar compartilhar itens de uso pessoal e também a toma da vacina anual.

Hormônios

Beta hCG

O beta hCG consiste em uma fração do hormônio hCG, que atende pelo nome de gonadotrofina coriônica humana. O hCG é um hormônio produzido pela placenta e células trofoblásticas.

A secreção de hCG serve para estimular a produção de progesterona pelo corpo lúteo, na fase inicial da gravidez, sendo fundamental para o desenvolvimento do processo. A dosagem de hCG é utilizada primariamente para o diagnóstico da gravidez.

Em uma gravidez normal, a secreção do hCG é detectável entre 7 a 10 dias após a fertilização. O exame pode ser usado também para monitoramento de inseminação artificial e fertilização in vitro, diagnóstico e monitoramento de tumores, diagnóstico de gravidez ectópica e acompanhamento de aborto.

Vitamina D

A vitamina D ou colecalciferol, apesar de ser denominada vitamina, trata-se conceitualmente de um pré-
hormônio e por não ser produzida por uma glândula endócrina, não se trata de um hormônio clássico. A
principal fonte da vitamina D é representada pela formação endógena nos tecidos cutâneos após a
exposição à radiação ultravioleta. A dieta constitui uma fonte alternativa, porém menos eficaz,
responsável por apenas 20% das necessidades corporais.
A função primordial da vitamina D consiste no aumento da absorção intestinal de cálcio, participando
da estimulação do transporte ativo deste íon nos enterócitos. Atua, também, na mobilização do cálcio a
partir do osso, na presença do paratormônio e aumenta a reabsorção renal do cálcio no túbulo distal.
O melhor indicador do estado nutricional relativo a vitamina D, é a concentração sérica de 25(OH)D,
que é a forma circulante mais estável e predominante, sendo considerado o melhor marcador do status de
vitamina D. Em condições fisiológicas, 95% do total da vitamina D circulante corresponde a 25-OH-D.

PSA

O Antigeno Prostático Específico (PSA) é uma glicoproteína produzida primariamente pela
células epiteliais da próstata, sendo seretadas em grandes concentrações no liquido seminal e em baixa
concentração no soro de homens. Pacientes com níveis de PSA maiores que 4 ng/mL no soro apresentam
um risco de aproximadamente 25% de câncer de próstata.
Homens com mais de 40 anos, o controle de PSA deve ser feito anualmente, pois as chances de
câncer de prostata aumentam exponencialmente a partir de cada ano de vida. Além do exame de toque
que é imprescindível, o teste de sangue também é um ótimo marcador da doença, porém um não exclui o
outro.

TSH

O TSH do inglês, Thyroid Stimulating Hormone é um hormônico glicopeptídeo secretado pelas céluas da
glândula Hipófise. Este hormônio pelo seu nome, é o hormônio estimulador da tireoide.
Quando liberado na circulação sanguínea seu alvo é a tireóide, onde se ligará aos receptores, assim as
células da tireóide ficam mais ativas, produzindo e secretando mais hormônios tireoideanos,
triiodotironina (T3) e tiroxina (T4).
Os hormônios T3 e T4 são responsáveis pela regulação do metabolismo e precisam do TSH sanguíneo
para serem liberados. Existe um mecanismo de regulação hipotálamo-hipófise que impede que sejam
secretados níveis de TSH insuficientes ou em excesso, pois os dois extremos oferecem risco à saúde.
A solicitação do exame de TSH é feita para avaliar o funcionamento da tireoide e geralmente é realizada
em conjunto com exame de T3 e T4.
As principais alterações da tireóide causam hipotireoidismo e hipertireoidismo.
No hipotireoidismo ocorrem sintomas como: depressão, intestino preso, cansaço excessivo, dores
musculares, sonolência, pele seca e ganho de peso.
No hipertireoidismo ocorrem sintomas como insônia, aceleração de batimentos cardíacos, agitação, calor
e suor exagerado e intestino solto.

Arboviroses

Dengue NS1

A dengue é um vírus RNA, Arbovírus do gênero Flavivírus, pertencente à família Flaviviridae. São conhecidos quatro sorotipos: DENV 1, DENV 2, DENV 3 e DENV 4.

Transmitida pelo seu vetor mais conhecido, o Aedes aegypti, a dengue é uma doença viral que se espalha rapidamente no mundo. É uma doença febril aguda que apresenta um amplo espectro clínico: A maioria das pessoas infectadas passam por leves sintomas onde a doença é facilmente controlada e tratada, mas uma pequena parte das infecções progride para doença grave.

A infecção por dengue pode ser assintomática, causar doença leve ou até quadros graves com choque com ou sem hemorragia, podendo evoluir a óbito.

Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta de início abrupto que dura geralmente de 2 a 7 dias, acompanhada de dores de cabeça, dores musculares e articulares, dor nos olhos, feridas cutâneas também são descritas. Geralmente entre o 3º e o 7º dia da doença ocorre a desfervescência da febre e com isso o aumento da permeabilidade capilar junto com o aumento dos níveis do hematócrito. Isto marca a fase crítica da doença. Uma leucopenia seguida por uma rápida diminuição das plaquetas precede o extravasamento de plasma sanguíneo, que pode levar a choque.

Após as 24 – 48 horas da fase crítica, uma reabsorção gradual do fluido extravasado ocorrerá nas 48 – 72 horas seguintes, junto com uma melhora significativa do paciente. Até a volta de toda a clínica de choque, repetindo todo o processo.

A glicoproteína NS1 é encontrada no sangue do indivíduo infectado no início da doença, onde essa fica detectável até o 9º dia de doença. Na reincidência da dengue o teste de NS1 é descartado pois a sensibilidade do teste é drasticamente diminuído.

Dengue IgG / IgM

A dengue é uma doença febril aguda de etiologia viral, podendo ser assintomática ou causar
doença cujo espectro inclui desde formas leves até quadros graves. Ela é transmitida principalmente por
vetores encontrados no clima tropical, sendo que o mais conhecido é o Aedes aegypti. Após a picada de
um mosquito infectado o início dos sintomas ocorre entre 2 a 10 dias. O teste é indicado para pessoas com
suspeita de infecção da dengue e para pessoas que viajaram para locais com clima tropical.
Os sintomas iniciais são: náusea, vômitos, dores musculares e/ou articulares, dores de cabeça,
dor nos olhos, prova do laço positiva e leucopenia. A doença tem duração de 5 a 7 dias. Com o
desaparecimento da febre, há regressão dos sinais e sintomas podendo ainda persistir a fadiga
Os sintomas da Febre Hemorrágica da Dengue (FHD) inicialmente são semelhantes aos da
dengue clássica, porém evoluem rapidamente para manifestações hemorrágicas e/ou derrames cavitários
e/ou instabilidade hemodinâmica e/ou choque. Os casos típicos de FHD são caracterizados por febre alta,
fenômenos hemorrágicos, hepatomegalia e insuficiência circulatória. A principal característica
fisiopatológica associada ao grau de severidade da FHD é a efusão do plasma, que se manifesta através de
valores crescentes do hematócrito e da hemoconcentração.
O princípio do teste se baseia em achar anticorpos contra o vírus da Dengue, sendo que ele
detecta dois desses anticorpos: o IgM que é o anticorpo do início da infecção, mostra se o contato com o
vírus é recente (Até 6 meses). E o IgG, que é o anticorpo de memória da dengue, em casos de reinfecção,
o corpo já tem anticorpos específicos preparados para a defesa.

CHIKUNGUNYA

A chikungunya é uma arbovirose causada pelo vírus de mesmo nome. Estudos mostram que 70%
dos indivíduos infectados pelo vírus desenvolve sintomas da doença. Ela se caracteriza por quadros de
febre associados a dor articular intensa e debilitante além de dores de cabeça e dores musculares. Embora
tenha sintomas semelhantes à dengue e a zika, o que mais chama atenção é a poliartrite que, em geral,
melhora após 10 dias, mas que pode durar meses, mesmo depois do fim do quadro febril.
A transmissão se dá através da picada de fêmeas do mosquito Aedes aegypti infectadas pelo vírus
chikungunya. Casos de transmissão vertical podem ocorrer e muitas vezes provocam infecção neonatal
grave. Pode ocorrer também transmissão por via transfusional, sendo essa mais rara. Embora quadros
severos não sejam comuns e não ocorra choque ou hemorragias importantes como na dengue,
manifestações neurológicas, cutâneas bolhosas e miocardite podem trazer gravidade aos casos,
principalmente em bebes e idosos.

ZIKA

É uma doença viral aguda com duração de 3 a 7 dias com raras manifestações neurológicas, além de
microcefalia. Ela é caracterizada por erupções cutâneas com uma área vermelha e plana, febre
intermitente, dores articulares e/ou musculares, conjuntivite e dor de cabeça.
É transmitida principalmente por vetores, sendo o mais conhecido o Aedes Aegypti, mas também é
disseminada:
• de mãe p/ filho (transmissão via placenta)
• transplante de órgãos
• transfusão sanguinea
• via sexual

O teste rápido imunológico da zika é um teste de triagem, não sendo a metodologia definitiva para
análise.

Bioquímica

Perfil Lipídico

O perfil lipídico é um grupo de exames pedidos frequentemente em conjunto para avaliar o risco de doença cardíaca coronariana. São bons indicadores do risco de infarto do miocárdio ou de acidente vascular cerebral causados por bloqueio de vasos sanguíneos ou endurecimentos das artérias (aterosclerose). São pesquisados os seguintes exame que compõe o perfil:
– Colesterol Total
– HDL
– Triglierídeos
– LDL
– VLDL
– Não HDL

Dímero D

O dímero D é um analito pesquisado principalmente para o diagnóstico de doenças ou quadros

que causem formação aguda ou crônica de coágulos no sangue como : Trombose Venosa profunda,
embolia pulmonar ou a CID (Coagulação Intravascular Disseminada) e para monitorar a evolução e
tratamento com essas condições.
Quando há lesão de veia ou arteria, há uma série de processos de coagulação para parar o
sangramento. Durante esse processo há a produção de fibrina, que tem a função de se ligar e fazer a
contenção das plaquetas no local da lesão e assim parar o sangramento. Depois de controlado o
extravasamento de sangue, o organismo usa uma proteína chamada plasmina que vai quebrar o coagulo
feito no local da lesão.
Os fragmentos de fibrina que foram liberados na corrente pela plasmina são chamados de PDF
(Produtos da degradação da fibrina). Um dos PDF produzidos é o dímero D. O dímero D normalmente é
indetectável no sangue e é produzido apenas quando há formação de coágulo e ele se encontra em
processo de quebra. Então pode se afirmar que o Dimero D é um bom indicador de formação de coagulos.

NT-ProBNP

Fase final da maioria das cardiopatias, a insuficiência cardíaca, é a principal responsável por altas
taxas de mortalidade e morbidade na população. Ainda que o diagnóstico seja clínico, alguns exames se
mostraram indispensáveis para caracterizar o quadro e fazer o diagnóstico diferencial com outras doenças.
O NT-ProBNP é um fragmento do BNP (peptídeo natiurético do tipo B) e é secretado após a
clivagem dos cardiomiócitos, processo muito comum em casos de insuficiência cardíaca. Então, fica
assim provada a importância da dosagem desse analito, principalmente em hospitais. Seja para

diagnóstico quanto para o controle terapêutico.
Na prática, o NT-ProBNP e o BNP apresentam comportamentos semelhantes quanto a
insuficiência cardíaca, porém o NT-ProBNP apresenta uma meia-vida plasmática muito maior que a do
BNP, sendo muito mais interessante clínicamente a dosagem dele comparada ao do BNP

HBA1C

O termo hemglobina glicada refere-se a um conjunto de substâncias formadas com base em
reações entre a hemoglobina A e alguns açucares. O processo de glicação de proteínas envolve uma
ligação não enzimática e permanente com açucares redutores como a glicose. A A1C é um componente
menor da hemglobina, sendo encontrada em indivíduos não diabéticos em uma proporção de 1% a 4%. A

hemoglobina glicada reflete a glicemia média dos últimos 2 a 3 meses, o que corresponde a meia-vida das
hemacias. Quanto maior a glicemia maior a concentração de A1C.
A hiperglicemia prolongada promove o desenvolvimento de lesões orgânicas extensas e
irreversíveis, afetando os olhos, rins, nervos, vasos sanguineos e a coagulação. Além de ser um marcador
de controle glicêmico, mais recentemente, a A1C passou a ser utilizada como teste de rastreio ou mesmo
de diagnóstico para a diabetes, adcionalmente ao teste de glicemia em jejum e do teste oral de tolerância à
glicose

Painel Cardíaco

A principal utilização dos exames constituintes do painel cardíaco são para emergências
hospitalares envolvendo pacientes com suspeita de Infarto Agudo do Miocárdio, para um diagnóstico
rápido para a pessoa, pois cada minuto perdido na realização desses exames é essencial para o
prognóstico do paciente, portanto, o teste rápido desses exames é uma ferramenta importante para um
diagnóstico rápido e eficaz.
O Painel Cardíaco constitui 3 principais exames: A mioglobina, o CK-MB e a Troponina. Sendo
que a mioglobina é o primeiro a ser evidenciado, após 2 horas da lesão, porém não é um marcador
específico, portanto qualquer esforço físico também evidencia a mioglobina no sangue.
O CK-MB, é uma creatino-quinase presente no musculo cardíaco, e com a lesão cardíaca, ela é
liberada no sangue entre 2 a 4 horas após a lesão, tendo um pico muito rápido e sendo degradada também
rapidamente. Porém ela também está presente em outros tipos de músculos, porém em menores
quantidades que a do músculo cardíaco.
A troponina é o melhor analito para o diagnóstico do Infarto Agudo do Miocárdio, pois é uma
proteína específica liberada em lesões musculares cardíacas. Sendo que a sua evidenciação é exclusiva
para essa doença. Ela aparece entre após 4 horas a lesão na sua forma mais leve que é a Troponina I.

PCR

Proteína C Reativa é uma proteína produzida no fígado, presente em pequenas quantidades no sangue de
pessoas saudáveis. Nos casos onde é possível verificar a presença de inflamações ou infecções agudas por
quaisquer que sejam os motivos, o nível desta proteína pode ser aumentado em até mil vezes.
Este analito é muito utilizado para medir o risco de doenças cardiovasculares, portanto, seus resultados
acima dos valores de referência podem indicar maiores chances de AVC ou até mesmo ataques cardíacos.

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