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15 Exames disponíveis

Lista de Exames

Imunologia

Chikungunya

A febre Chikungunya é uma doença causada por um vírus do gênero Alphavirus transmitida por mosquitos do gênero Aedes. A doença pode manifestar-se clinicamente de três formas: aguda, subaguda e crônica. Na fase aguda os sintomas aparecem de forma brusca e compreendem febre alta, dores articulares, cefaleia e dores musculares.

O período médio de incubação da doença é de três a sete dias. Os sintomas costumam persistir por 7 a 10 dias, mas a dor nas articulações pode durar meses ou anos e, em certos casos, converter-se em uma dor crônica incapacitante para algumas pessoas. Na fase subaguda, após dez dias, a maioria dos pacientes sentirá uma melhora geral. A doença crônica é definida por sintomas que persistem mais de três meses. O sintoma persistente mais comum é artralgia inflamatória nas mesmas articulações afetadas durante os estágios agudos.

Dengue IgG/IgM

Infecção viral caracterizada por início agudo de febre, dor de cabeça, dores musculares (em juntas e periorbitais) e rash cutâneo. O vírus é transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes (em especial, o Aedes aegypti). Depois da picada de um mosquito infectado, ocorre um período de incubação (2 – 9 dias), quando aparecem os sintomas. Os anticorpos específicos IgM são encontrados em cerca de 80% dos pacientes no quinto dia e cerca de 99% dos pacientes no décimo dia do contato, persistindo na circulação por cerca de três meses. Os anticorpos IgG específicos tornam-se detectáveis um ou dois dias após o aparecimento dos IgM específicos.

Dengue NS1

A dengue é um vírus RNA, Arbovírus do gênero Flavivírus, pertencente à família Flaviviridae. São conhecidos quatro sorotipos: DENV 1, DENV 2, DENV 3 e DENV 4.

Transmitida pelo seu vetor mais conhecido, o Aedes aegypti, a dengue é uma doença viral que se espalha rapidamente no mundo. É uma doença febril aguda que apresenta um amplo espectro clínico: A maioria das pessoas infectadas passam por leves sintomas onde a doença é facilmente controlada e tratada, mas uma pequena parte das infecções progride para doença grave.

A infecção por dengue pode ser assintomática, causar doença leve ou até quadros graves com choque com ou sem hemorragia, podendo evoluir a óbito.

Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta de início abrupto que dura geralmente de 2 a 7 dias, acompanhada de dores de cabeça, dores musculares e articulares, dor nos olhos, feridas cutâneas também são descritas. Geralmente entre o 3º e o 7º dia da doença ocorre a desfervescência da febre e com isso o aumento da permeabilidade capilar junto com o aumento dos níveis do hematócrito. Isto marca a fase crítica da doença. Uma leucopenia seguida por uma rápida diminuição das plaquetas precede o extravasamento de plasma sanguíneo, que pode levar a choque.

Após as 24 – 48 horas da fase crítica, uma reabsorção gradual do fluido extravasado ocorrerá nas 48 – 72 horas seguintes, junto com uma melhora significativa do paciente. Até a volta de toda a clínica de choque, repetindo todo o processo.

A glicoproteína NS1 é encontrada no sangue do indivíduo infectado no início da doença, onde essa fica detectável até o 9º dia de doença. Na reincidência da dengue o teste de NS1 é descartado pois a sensibilidade do teste é drasticamente diminuído.

HCV

Hepatite é um termo que significa inflamação no fígado. A hepatite C é causada pelo vírus C (HCV), já tendo sido chamada de “hepatite não A não B”. Por ser assintomática, muitos desconhecem ter a doença. A infecção apresenta período médio de incubação de seis a oito semanas, sendo que 70% a 80% dos casos evoluem de forma assintomática e anictérica. As principais causas de transmissão são:

• Transfusão de sangue;
• Compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, entre outros), higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou para confecção de tatuagem e colocação de piercings;
• Da mãe infectada para o filho durante a gravidez (mais rara);
• Sexo sem camisinha com uma pessoa infectada (mais rara).

O teste Imunológico anti-HCV Hilab é um teste de triagem, não sendo a metodologia definitiva para análise.

HIV

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana, causador da AIDS, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz copias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter AIDS. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e amamentação. Por isso é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

O HIV é um retrovírus, classificado na sub-familia dos lentiviridae. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.

Influenza A+B

Comumente conhecida como gripe, é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente é caracterizada por início abrupto dos sintomas, que são predominantemente sistêmicos, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza. A infecção geralmente dura 1 semana e com os sintomas sistêmicos persistindo por alguns dias, sendo a febre o mais importante. Existem 3 tipos de influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. O período de incubação é de 1 a 4 dias.

Rubéola

É uma infecção contagiosa causada por vírus e caracterizada por erupções vermelhas na pele.
Ela é causada pelo vírus Rubivírus (da família Togaviridae) e é transmitida por via respiratória, por meio do espirro ou tosse, sendo altamente contagiosa. Uma pessoa infectada pode transmitir a doença para outros antes do início da erupção ou até uma a duas semanas depois de seu desaparecimento. Ou seja, uma pessoa pode transmitir a doença antes mesmo de saber que está infectada. A importância epidemiológica da rubéola está representada pela ocorrência da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC), que atinge o feto ou o recém-nascido cujas mães se infectaram durante a gestação. A infecção na gravidez acarreta inúmeras complicações para a mãe (aborto e natimorto) e para os recém-nascidos, como malformações congênitas (surdez, malformações cardíacas, lesões oculares e outras).

Sífilis

A sífilis é uma doença infecto-contagiosa, transmitida principalmente por via sexual. Seu agente etiológico é o Treponema pallidum que apesar de descrito a mais de 100 anos e sendo tratado desde 1943 pela penicilina, sua droga mais eficaz, continua como um problema de saúde importante em países desenvolvidos ou subdesenvolvidos.

A sífilis também pode ser transmitida verticalmente pela placenta da mãe para o feto. Outras formas de transmissão mais raras são por via indireta (objetos contaminados, tatuagem) e por transfusão sanguínea.

Toxoplasmose

A toxoplasmose é uma doença infecciosa causada pelo protozoário Toxoplasma gondii, comumente encontrado em fezes de gato e alimentos contaminados. Pode causar graves complicações para gestantes e pessoas com o sistema imunológico debilitado. Os sintomas incluem dor muscular, febre e dor de cabeça, que podem durar semanas. Cerca de 90% das pessoas que contraem a toxoplasmose não manifestam nenhum sintoma. Os outros 10% podem apresentar aumento de gânglios, febre, dor muscular e de cabeça (podendo durar semanas).

Zika

É uma doença viral aguda, transmitida principalmente pelos mosquitos Aedes Aegypti e Aedes albopictus. caracterizada por exantema maculopapular pruriginoso, febre intermitente, hiperemia conjuntival não purulenta e sem prurido, artralgia, mialgia e dor de cabeça. A maior parte dos casos apresentam evolução benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente após 3-7 dias. No entanto, observa-se a ocorrência de óbitos pelo agravo, aumento dos casos de microcefalia e de manifestações neurológicas associadas à ocorrência da doença.

Hormônios

Beta hCG

O beta hCG consiste em uma fração do hormônio hCG, que atende pelo nome de gonadotrofina coriônica humana. O hCG é um hormônio produzido pela placenta e células trofoblásticas.

A secreção de hCG serve para estimular a produção de progesterona pelo corpo lúteo, na fase inicial da gravidez, sendo fundamental para o desenvolvimento do processo. A dosagem de hCG é utilizada primariamente para o diagnóstico da gravidez.

Em uma gravidez normal, a secreção do hCG é detectável entre 7 a 10 dias após a fertilização. O exame pode ser usado também para monitoramento de inseminação artificial e fertilização in vitro, diagnóstico e monitoramento de tumores, diagnóstico de gravidez ectópica e acompanhamento de aborto.

Marcadores Tumorais

PSA

O exame de PSA (antígeno prostático específico) é um marcador produzido pela próstata e que está presente em altas concentrações em fluídos seminais e, embora esteja em concentrações baixas na circulação sanguínea, sua detecção é possível. É usado como teste de triagem para diagnóstico e monitoramento de patologias prostáticas (câncer de próstata, hiperplasia prostática benigna e prostatites). A determinação do PSA isoladamente não possui índices de especificidade e sensibilidade que permitam a utilização do teste isoladamente como marcador de câncer de próstata.

Bioquímica

Hemoglobina Glicada - Hb1Ac

A Hemoglobina Glicada é um exame utilizado para monitorar o acompanhamento de pacientes diabéticos, por ser uma dosagem eficaz de avaliar os níveis médios de glicose nos últimos 2 a 3 meses. Nestes pacientes, o excesso de glicose no sangue forma um complexo com a Hemoglobina, num processo chamado de glicação da Hemoglobina, formando o complexo que é chamado de Hemoglobina Glicada. A hemoglobina tem vida média de 3 meses, por isso ela consegue dizer o quão eficaz está o tratamento do paciente e como tem sido a glicemia do paciente nesse período.

Perfil Lipídico

O perfil lipídico é um grupo de exames pedidos frequentemente em conjunto para avaliar o risco de doença cardíaca coronariana. São bons indicadores do risco de infarto do miocárdio ou de acidente vascular cerebral causados por bloqueio de vasos sanguíneos ou endurecimentos das artérias (aterosclerose). São pesquisados os seguintes exame que compõe o perfil:
– Colesterol Total
– HDL
– Triglierídeos
– LDL
– VLDL
– Não HDL

Vitamina D

É o metabólito utilizado para a determinação de suficiência de vitamina D. O fígado converte a Vitamina D em 25-OH, da forma que seus níveis presentes na circulação sanguínea refletem diretamente a Vitamina D ingerida e/ou sintetizada na pele. As principais fontes de obtenção são a sintetização na pele através da exposição a luz solar e pela alimentação através de peixes como salmão e cavala, além de leveduras e cogumelos.

Equipe Hi Technologies

Marcus Figueredo

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Diretor Executivo - CEO
Sérgio Rogal

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Diretor de Tecnologia - CTO
Carlos Chaves

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Diretor de Operações - COO
Caio Corsi

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Responsável Técnico
Dr. Bernardo Almeida

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Chief Medical Officer
Erika Santiago

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Responsável Técnica
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